Recomendamos que harmonize este vinho com um prato brasileiro como uma Feijoada. Caso contrário, experimente-o com beringelas recheadas com carne, chamuças de vaca com paprika ou uma costeleta de vaca perfumada com cerefólio.

Cabernet Sauvignon Reserve 2017

VINICOLA AURORA

11,90 €

Um belo vinho para os apreciadores de potência, num perfil equilibrado e persistente na boca.

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Brasil

icon vin couleur

Vin Tinto

icon alcool

12,5 %

icon garde

1-5 anos

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100% Cabernet Sauvignon

Entrega em 72 h em França, embalagem reforçada

França: 9,90 € de 1 a 2 garrafas, 14,90 € de 3 a 11, 19,90 € a partir de 12. Tarifas por país

Poucas palavras, muito vinho

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Este 100% Cabernet Sauvignon tem uma bela cor vermelho-rubi que agradará aos apreciadores dos vinhos estruturados de Bordéus. Detetam-se com bastante nitidez aromas de baunilha e de chocolate, notas ligeiramente vegetais, frutos vermelhos e um pouco de frutos pretos em compota, como a amora. Sente-se um belo toque mineral em segundo plano, a par de notas de café e de caixa de charutos. A passagem por barricas de carvalho durante 10 meses confere-lhe uma bela redondeza. Os taninos são macios e tornam-no agradável. Uma cuvée que alia harmonia e complexidade.

Para onde viajamos?

Bento Gonçalves Bento Gonçalves é uma cidade brasileira do estado do Rio Grande do Sul, considerada a capital brasileira do vinho. Sete estados do Brasil produzem vinho, sendo o mais importante o do Rio Grande do Sul (80 % da área total). Situa-se no sul do país, com a Argentina a oeste e o Uruguai a sul. Está sob influência atlântica a leste e continental a oeste. As vinhas, que podem atingir 700 m de altitude, crescem nas encostas das colinas.

A pequena história do país

Brasil

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A vinha brasileira nasceu no sul do país, com a chegada dos primeiros colonos vindos das ilhas da Madeira e dos Açores em 1532. Foi em 1825, após a independência do país, que se desenvolveu o comércio dos vinhos do Brasil. Foram primeiro os imigrantes alemães, seguidos dos portugueses e depois dos franceses e italianos, que implantaram a vinha. Devastadas no século XIX por doenças que proliferavam sob a influência húmida do oceano Atlântico, as castas europeias foram substituídas por variedades norte-americanas resistentes. Estas ainda cobrem 80 % da vinha, mas já não estão em voga. Há cerca de uma década, uma nova geração de viticultores que elabora vinhos de terroir está a trazer um sopro de criatividade. É preciso dizer que este país tem uma abordagem menos formal ao vinho, uma regulamentação menos rígida e um vasto território por explorar, que estimulam a imaginação das viticultoras e dos viticultores. É difícil definir o estilo dos vinhos brasileiros, porque são à imagem do país: multiculturais. A grandeza do território traduz-se numa grande variedade de solos e de microclimas que imprimem nos vinhos a sua diversidade e deixam antever um enorme potencial em termos de qualidade.

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