Este vinho combina com um foie gras caseiro, queijos azuis, uma tarte de fruta (pera, pêssego), uma charlotte de maçã ou ainda um crème brûlée.

Rhine Riesling Noble Late Harvest 2005

DOMAINE VILLIERA

38,00 € 43,00 € -11%

Uma seleção de bagos nobres de riesling feita uma única vez na história do produtor

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África do Sul

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Vin Branco

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13,2%

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20 anos +

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100% Riesling

Enviamos para toda a Europa e para o resto do mundo, com embalagem reforçada.

Tarifas por país

Poucas palavras, muito vinho

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Vinho excecional feito uma única vez pelo produtor, em 2005. Trata-se de uma seleção de bagos nobres 100% Riesling resultante da podridão nobre ou botrytis cinerea. As condições para fazer este tipo de vinho na região do Cabo são bastante raras. Os cachos foram levados para as prensas, onde o sumo açucarado foi minuciosamente extraído. Após 24 horas de decantação, o mosto é trasfegado para fermentar em cuba de inox com controlo de temperatura, durante 1 mês. O bouquet é característico dos grandes rieslings doces, nomeadamente dos rieslings alemães do Rheingau, que são o arquétipo na matéria. Este magnífico vinho doce revela notas de mel, noz, de citrinos cristalizados, de marmelo e de especiarias doces. Na boca, são o frutado e o equilíbrio que seduzem de imediato. A acidez equilibra na perfeição os 100 g de açúcar residual do vinho, terminando num final longo e salino.

Para onde viajamos?

Western Cape É de longe a zona geográfica mais conhecida e emblemática da África do Sul. Acolhe as prestigiadas regiões de Stellenbosch, Paarl e Cabo, e pode ser considerada o epicentro da região vitícola. O clima é essencialmente mediterrânico. A região de «Western Cape» é atravessada por cadeias montanhosas espetaculares, particularmente importantes para a viticultura, pois formam microclimas especialmente interessantes para a diversidade de castas.

A pequena história do país

África do Sul

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As primeiras vinhas foram plantadas na África do Sul por colonos holandeses na década de 1650, embora a produção de vinho só tenha realmente começado a ganhar força com a chegada dos protestantes franceses, na década de 1680, com as suas competências e conhecimentos de viticultura. Stellenbosch é também uma região vitícola histórica, onde as primeiras vinhas foram plantadas na década de 1690. Hoje, a África do Sul é um dos mais importantes países produtores de vinho do hemisfério sul. Com mais de 300 anos de história vitícola, é muitas vezes descrita como uma ponte entre o Velho e o Novo Mundo. A maioria dos vinhos é produzida segundo as técnicas de vinificação do Novo Mundo, mas, em termos de estilo, têm muitas vezes mais em comum com os seus congéneres do Velho Mundo. Desde o fim do apartheid, o vinho sul-africano tem beneficiado de atenção internacional e tem sido aclamado pela sua grande variedade de estilos. A indústria vinícola sul-africana distribui-se pela paisagem exuberante e acidentada do Cabo Ocidental. Aqui, a abundância de montanhas, vales e planaltos permite aos viticultores produzir uma grande variedade de estilos. Encontram-se também vinhas na região de Orange River, no Cabo Setentrional, onde a paisagem plana e árida é dominada pelo deserto do Kalahari. A maioria das regiões vitícolas da África do Sul tem um clima mediterrânico, fortemente influenciado pelo encontro dos oceanos Atlântico e Índico. A casta emblemática do país é a Pinotage, um cruzamento autóctone de Pinot Noir e Cinsaut que raramente se encontra em quantidade noutros países produtores de vinho. A Shiraz (Syrah) está também amplamente plantada, tal como a Cabernet Sauvignon e a Merlot (muitas vezes reunidas num lote de estilo bordalês). A Chardonnay, a Chenin e a Sauvignon Blanc sul-africanas tornaram-se populares a nível internacional nos últimos anos.

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