Sugerimos apreciá-lo como aperitivo com tapenades de legumes, saladas de sabores exóticos, um ceviche de peixe, uma bela travessa de sushi ou ainda com um delicioso pedaço de Époisses. Experimente-o com um prato de tirinhas de frango com caril acompanhado de um risotto de açafrão. Hummm!

Serbal Viognier 2024

Atamisque

93,00 €

Um belo Viognier de altitude, cheio de frescura e de gulodice!

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Argentina

icon vin couleur

Vin Branco

icon alcool

14 %

icon garde

1-3 anos

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100% Viognier

Enviamos para toda a Europa e para o resto do mundo, com embalagem reforçada.

Tarifas por país

Poucas palavras, muito vinho

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Na Argentina, a grande altitude é um indicador-chave de qualidade. As uvas foram vindimadas à mão numa vinha situada a 1300 metros de altitude, em San José, na região de Mendoza. Este belíssimo Viognier de cor dourada pálida exibe belos aromas a fruta de caroço, fruta tropical e flores brancas, completados por um toque de citrinos. Encontram-se notas dedamasco, de ameixa mirabela, de pêssego branco, de pera e ainda ligeiras notas de banana. A boca é viva, com uma textura sedosa e ligeiramente cremosa, equilibrada por uma acidez alimonada que torna o final refrescante e sápido. 

Para onde viajamos?

Mendoza

Na parte centro-oeste da Argentina, no sopé dos Andes, Mendoza concentra 75 % de todas as vinhas da Argentina e o maior número de adegas do país. Isto faz dela a mais importante província vinícola e um dos principais centros de produção do mundo. Mendoza cultiva a vinha desde 1598, e esta cultura ganhou toda a sua amplitude após a chegada do caminho de ferro, em 1885.

É em Mendoza que os Andes atingem os seus picos mais altos: com 6 959 metros, o Aconcágua é o cume mais alto da América. A presença dos Andes, que atua como barreira contra os ventos húmidos do Pacífico, aliada à distância em relação ao oceano Atlântico, molda o clima e gera condições ideais para o cultivo da vinha. A altitude, o clima continental, a heterogeneidade dos solos e a água do degelo são fatores-chave para a produção de vinhos de excelente qualidade, a que se soma uma forte tradição vitícola.

A pequena história do país

Argentina

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Embora a Argentina seja considerada parte do "Novo Mundo", a sua tradição vitícola é muito mais antiga do que se poderia pensar, pois remonta à época da colonização espanhola, no século XVI, e depois aos colonos italianos. Ao contrário do Chile, o vinho faz parte há muito tempo da cultura do país. Nenhum país produtor de vinho no mundo fez mais progressos nos últimos anos do século XX (no plano vitícola e enológico, e necessariamente financeiro), o que permitiu aos produtores de vinho do país elevar os níveis de qualidade e consolidar um mercado de exportação internacional. A Argentina tornou-se hoje o quinto maior país produtor de vinho do mundo, depois da França, da Itália, da Espanha e dos Estados Unidos. A viticultura pratica-se sobretudo no sopé dos Andes, e em particular em Mendoza, onde as paisagens desérticas e as grandes altitudes se combinam para dar origem a vinhos aromáticos e intensamente perfumados. Algumas vinhas chegam mesmo a ser plantadas até 3000 metros de altitude! O terroir está aqui bem adaptado à casta adotada pela Argentina: o omnipresente Malbec. Originário de Bordéus, está hoje na origem de alguns dos vinhos argentinos mais célebres, que se caracterizam pelo seu brilho e intensidade, com notas florais e sabores de frutos pretos. As outras variedades tintas produzidas na Argentina são o Cabernet Sauvignon, o Merlot, a Bonarda, o Syrah, o Tempranillo e o Pinot Noir. Entre os vinhos brancos, a casta emblemática da região vitícola argentina é o Torrontés, que dá um vinho de sabor floral e tropical. O país produz também Chardonnay, Sauvignon Blanc e Pinot Grigio. Hoje em dia, os vinhos argentinos são reconhecidos no mundo inteiro pelos seus tintos encorpados e como vinhos de grande qualidade.

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