Com este vinho tinto americano, recomendamos um tajine de borrego com ameixas secas, espetadas de carne com especiarias, uma moussaka, pombo com trompetas-negras ou queijos de pasta prensada.

Eleven Confession Syrah 2020

Sine Qua Non

625,00 €

Um vinho que surpreende pela sua potência controlada, pelos seus aromas profundos de frutos pretos e especiarias e pela sua textura que alia opulência e elegância.

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Estados Unidos

icon vin couleur

Vin Tinto

icon alcool

15,9%

icon garde

15 anos +

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84 % Syrah, 11,5 % Grenache, 2,3 % Petite Sirah e 2,2 % de Viognier & Golden Muskateller

Enviamos para toda a Europa e para o resto do mundo, com embalagem reforçada.

Tarifas por país

Poucas palavras, muito vinho

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A Sine Qua Non é sem dúvida o produtor de vinhos mais «de culto» da Califórnia. Os seus vinhos são extremamente raros, produzidos em pequenas quantidades, por vezes apenas algumas barricas. Escusado será dizer que é preciso inscrever-se numa lista de espera para os obter. Uma outra característica importante é que a propriedade pertence ao artista e restaurador austríaco iconoclasta Manfred Krankl. Krankl fundou a propriedade vitícola com a sua mulher, Elaine, em 1994 em Ventura, na Califórnia, uma cidade situada a uma hora a norte de Los Angeles. Cada vinho conta uma história, tem um nome diferente e um rótulo único, criado, claro está, pelo próprio Manfred.

Jeb Dunnuck – 99 pontos:

Um daqueles vinhos singulares e poderosos que o deixarão sem palavras (a mim, pelo menos, deixou-me sem palavras). O Syrah Eleven Confessions Vineyard 2020 oferece um nariz excecional de frutos vermelhos e azuis, pimenta moída, grafite, charcutaria e especiarias, com algumas nuances marinhas e salinas típicas de Sta. Rita Hills. Com uma boca densa e poderosa, aromas e sabores ricos, um frutado intenso e taninos que se vão desenvolvendo, este vinho beneficiará de 2 a 4 anos de garrafeira e irá maravilhá-lo durante as duas décadas seguintes. Faz-me lembrar o Nail in my Cranium 2005, com o seu estilo maciço, poderoso e, ainda assim, perfeitamente equilibrado, e não me surpreenderia vê-lo evoluir da mesma forma. A colheita de 2020 é composta por 84 % de Syrah, 12 % de Grenache e o resto de Petite Sirah e castas brancas, fermentada com um quarto de cachos inteiros e com estágio de 38 meses em barricas de carvalho. 

Vinous (Antonio Galloni) – 98 pontos:

O Syrah Eleven Confessions Vineyard 2020 é de uma beleza sombria e exótica. Rico, sumptuoso e complexo na boca, esta colheita de 2020 é um Sine Qua Non clássico do princípio ao fim. Taninos sedosos envolvem um coração de frutos vermelhos/violáceos intensos, lavanda, pétalas de rosa e hortelã, num crescendo deslumbrante de aromas, sabores e texturas. Que vinho! O lote é composto por 84 % de Syrah, 11,5 % de Grenache, 2,3 % de Petite Sirah e 2,2 % de Viognier e Golden Muskateller.

Para onde viajamos?

A Califórnia

Embora 50 estados norte-americanos produzam vinho, só a produção californiana representa cerca de 85 % da produção do país, o que faz deste estado o 4.º produtor mundial, atrás de Itália, França e Espanha. O clima é fortemente influenciado pelo oceano Pacífico, que, a esta latitude, é um oceano frio. As regiões vitícolas situadas perto do Pacífico têm um clima oceânico que se torna mediterrânico à medida que nos afastamos do oceano para o interior, e que se torna mais continental perto da Sierra Nevada. As baías e as aberturas para o mar, como a baía de San Pablo, funcionam como reguladores térmicos da viticultura, em particular em Napa e em Sonoma Valley.

A pequena história do país

Estados Unidos

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Nos Estados Unidos, 90% do vinho produzido vem da Califórnia. Foi a afluência de garimpeiros de ouro à Califórnia que impulsionou a indústria vitivinícola californiana em meados do século XIX, em particular na região de Sonoma e de Napa. No início do século XX, havia 800 produtores. De 1919 a 1933, a Lei Seca destruiu a grande maioria da indústria vitivinícola californiana, de tal forma que em 1933 restavam apenas 140 produtores de vinho. Só a partir de 1960 é que a indústria vitivinícola começou a recuperar da Lei Seca, e a Califórnia era sobretudo conhecida pela produção de vinhos fortificados (no estilo do Porto). Foi também na década de 1960 que foram criados alguns dos produtores mais célebres (Mondavi, Heitz Wine Cellars, Stag’s Leap Wine Cellars, etc...). Em 1976, deu-se um acontecimento marcante: o lendário concurso de prova mais conhecido como o "Julgamento de Paris". Nele, os maiores vinhos franceses enfrentaram os pequenos recém-chegados americanos. Nesse 24 de maio, um resultado inesperado abalou o mundo do vinho: para surpresa geral, foram os Estados Unidos que venceram. Este concurso continua, no entanto, a ser bastante desconhecido do grande público. Hoje, não há qualquer dúvida de que os Estados Unidos produzem grandes vinhos. Embora a Califórnia monopolize em grande parte a fama dos vinhos americanos com os seus excelentes Zinfandel, o estado do Oregon produz alguns dos melhores pinot noir do mundo e o estado de Washington oferece excelentes Chardonnay, Merlot e Cabernet-Sauvignon.

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