Uma cuvée toda finura para provar com um pâté en croûte de porco com cantarelos, um magret de pato rosado, um tártaro de vaca cortado à faca, fajitas de beringela grelhada, coxas de frango assadas no forno ou com uma tábua de queijos da Borgonha.

Rodnick Farm Pinot Noir 2021

Birichino

63,00 €

Um Pinot Noir proveniente de um terroir de exceção, aninhado nas montanhas Gabilan

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Estados Unidos

icon vin couleur

Vin Tinto

icon alcool

13 %

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5-10 anos

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100 % Pinot Noir

Enviamos para toda a Europa e para o resto do mundo, com embalagem reforçada.

Tarifas por país

Poucas palavras, muito vinho

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Alex Krause e John Locke fundaram a Birichino em Santa Cruz em 2008. Com uma experiência de 4 décadas de vinificação na Califórnia, em França, em Itália e não só, procuram fazer vinhos com uma alquimia perfeita entre perfume, equilíbrio e finura.

Situadas na AVA Chalone, nas montanhas Gabilan (a 100 km a sul de San José), as vinhas são cultivadas em modo biológico a 550 metros de altitude e provêm de antigas seleções de Pinot Noir Chalone, Swan e Pommard, que dão vinhos singularmente expressivos e intensamente aromáticos. A particularidade e o clima desta parcela de Pinot são muito bem descritos pela propriedade: «Temos de agradecer à rara geologia da cordilheira Gabilan (granito decomposto e fundo marinho calcário, fruto de milhões de anos de atividade tectónica e vulcânica), que dá este caráter particular aos vinhos de Chalone. A geologia única, combinada com uma amplitude térmica diurna extrema, permite ao Pinot Noir prosperar numa zona onde todos os outros sinais sugerem que não deveria. Ainda não sabemos exatamente porque é que funciona, mas acreditamos ardentemente que funciona.»

Como sempre na propriedade, este vinho foi vinificado de forma natural e espontânea, graças às leveduras indígenas. O estágio dura cerca de 14 meses em barricas muito velhas, antes do engarrafamento, sem colagem nem filtração. O vinho é todo leveza e revela aromas sedutores a cereja cristalizada, morango, licor de amora, framboesa, cedro, salva, tomilho, pimenta branca e grafite. A boca é fina e requintada, o sumo é puro e a acidez traz a tensão necessária ao equilíbrio do vinho. O final de boca é persistente e termina com algumas notas minerais e terrosas.

Para onde viajamos?

A Califórnia

Embora 50 estados norte-americanos produzam vinho, só a produção californiana representa cerca de 85 % da produção do país, o que faz deste estado o 4.º produtor mundial, atrás de Itália, França e Espanha. O clima é fortemente influenciado pelo oceano Pacífico, que, a esta latitude, é um oceano frio. As regiões vitícolas situadas perto do Pacífico têm um clima oceânico que se torna mediterrânico à medida que nos afastamos do oceano para o interior, e que se torna mais continental perto da Sierra Nevada. As baías e as aberturas para o mar, como a baía de San Pablo, funcionam como reguladores térmicos da viticultura, em particular em Napa e em Sonoma Valley.

A sub-região: Montanhas de Santa Cruz

As vinhas salpicam os vales e as cumeadas desta sub-região costeira situada logo a sul de São Francisco. Os microclimas são difíceis de generalizar e as vinhas estão muitas vezes separadas por hectares de florestas e prados (para não falar de cidades inteiras!), mas esta zona é, ainda assim, conhecida pelo seu clima mais fresco, ideal para o Pinot Noir. Este clima permite obter vinhos com um perfil menos maduro, menos potente e com mais finura.

A pequena história do país

Estados Unidos

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Nos Estados Unidos, 90% do vinho produzido vem da Califórnia. Foi a afluência de garimpeiros de ouro à Califórnia que impulsionou a indústria vitivinícola californiana em meados do século XIX, em particular na região de Sonoma e de Napa. No início do século XX, havia 800 produtores. De 1919 a 1933, a Lei Seca destruiu a grande maioria da indústria vitivinícola californiana, de tal forma que em 1933 restavam apenas 140 produtores de vinho. Só a partir de 1960 é que a indústria vitivinícola começou a recuperar da Lei Seca, e a Califórnia era sobretudo conhecida pela produção de vinhos fortificados (no estilo do Porto). Foi também na década de 1960 que foram criados alguns dos produtores mais célebres (Mondavi, Heitz Wine Cellars, Stag’s Leap Wine Cellars, etc...). Em 1976, deu-se um acontecimento marcante: o lendário concurso de prova mais conhecido como o "Julgamento de Paris". Nele, os maiores vinhos franceses enfrentaram os pequenos recém-chegados americanos. Nesse 24 de maio, um resultado inesperado abalou o mundo do vinho: para surpresa geral, foram os Estados Unidos que venceram. Este concurso continua, no entanto, a ser bastante desconhecido do grande público. Hoje, não há qualquer dúvida de que os Estados Unidos produzem grandes vinhos. Embora a Califórnia monopolize em grande parte a fama dos vinhos americanos com os seus excelentes Zinfandel, o estado do Oregon produz alguns dos melhores pinot noir do mundo e o estado de Washington oferece excelentes Chardonnay, Merlot e Cabernet-Sauvignon.

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